Macarrão... novamente. Amarelo, gosmento, escorregadio. Às vezes dá pra encarar como se fossem longilíneos vermes, esperando ansiosamente para habitar em seu corpo. Mas não....não é esse o problema do macarrão. Antes fosse.
Rotina, prato de qualquer dia. Coisa fácil de se fazer. Sem perspectiva, sem trabalho, sem grandes demandas. Sabor de tédio, inércia. Seu macarrão era como um lembrete que jogava em sua cara que tudo continuava exatamente da mesma maneira. Seu suor, sua luta, tudo se resumia a macarrão. Derrota.
Não almoçou naquele dia.
Por Gustavo Souto de Paula
domingo, 3 de maio de 2009
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